Em parceria com governo federal, prefeitura oferece benefícios sociais para reduzir prostituição nas ruas O DIA Rio - A travesti Diana Silva, de 24 anos, é hostilizada por quatro jovens que passam em um carro preto. Dois deles — o carona e o do banco de trás —, projetam metade do corpo para fora do veículo enquanto proferem os xingamentos. Diana fica alerta, mas não recua. Pensa que não teria que ouvir as ofensas se já fosse uma empresária de sucesso. Enquanto não realiza o sonho, porém, vende o corpo por R$ 150 nas proximidades da Rodoviária Alex Novellino, em Cabo Frio. Para dar oportunidade a pessoas como Diana, foi desenvolvido um serviço que pode ser a porta de entrada para a obtenção de uma série de benefícios. Por meio do Serviço Especializado em Abordagem Social, profissionais do sexo que utilizam espaços públicos podem ser inseridos no Cadastro Único (CadÚnico) e, com isso, tornam-se candidatos a receber o auxílio do Bolsa Família, participar do programa Minha Casa...